A alimentação na saúde dermatológica dos cavalos

Qualquer pessoa que passe tempo nas cavalariças sabe que não há melhor indicador do estado de um cavalo do que o seu aspeto exterior. Muitas vezes dizemos que “o cavalo brilha” quando está no seu melhor, mas esse brilho não acontece por acaso nem é apenas resultado de uma boa escovagem.
A pele do cavalo é o maior órgão do seu corpo e, longe de ser apenas um revestimento, funciona como um sistema dinâmico que reage a cada nutriente, a cada processo digestivo e a cada desequilíbrio interno.
Nos últimos anos, a ciência veterinária confirmou aquilo que os antigos mestres já suspeitavam: a saúde dermatológica está estreitamente relacionada com o estado digestivo e nutricional do cavalo. Se queres perceber por que razão o teu cavalo tem a pele seca, tem dificuldade em mudar o pelo ou parece atrair todas as dermatites do prado, o primeiro passo é olhar para o que está no seu comedouro.

1. O metabolismo cutâneo dos cavalos

A pele não é estática: é um órgão em constante renovação. Um cavalo produz células cutâneas, pelo e sebo 24 horas por dia. Para que este “exército” de células se mantenha saudável, o organismo precisa de um fornecimento contínuo de matérias-primas.
Uma pele saudável não é apenas uma questão estética; é a primeira linha de defesa imunológica contra agentes patogénicos, fungos e parasitas. Quando a nutrição falha, a barreira cutânea enfraquece e o cavalo fica mais exposto.

2. Proteínas e aminoácidos na alimentação dos cavalos

Por vezes, preocupamo-nos demasiado com suplementos para dar brilho ao pelo dos cavalos e esquecemo-nos da base: a proteína. O pelo e a camada externa da pele são constituídos por queratina, uma proteína muito resistente. Sem os aminoácidos adequados, o organismo não consegue produzir tecidos de qualidade.

  • L-Cisteína: é um aminoácido sulfurado presente na queratina. Graças às suas ligações de enxofre, contribui para a estrutura e resistência do pelo, ajudando a manter uma pelagem forte e menos sujeita à quebra.
  • Metionina: além de fazer parte das proteínas, atua como precursora da cisteína no organismo. Um aporte adequado favorece a formação normal de queratina e contribui para a manutenção da qualidade da pele e do pelo.
  • Lisina: é um dos aminoácidos essenciais mais importantes para a síntese proteica. Quando a alimentação é deficiente em lisina, o organismo pode ter limitada a sua capacidade de produzir novas proteínas, necessárias à renovação e reparação dos tecidos cutâneos.
  • Treonina: participa na formação de proteínas estruturais e contribui para a manutenção da integridade da pele. Além disso, está envolvida em processos relacionados com a regeneração e o bom estado dos tecidos.

3. O poder das gorduras: Ómega-3 versus inflamação

A nutrição moderna mudou completamente a forma como entendemos o bem-estar do cavalo. Durante anos, todas as gorduras foram colocadas no mesmo saco, mas hoje sabemos que não funcionam da mesma forma nem têm o mesmo impacto no organismo. No caso dos cavalos, o equilíbrio entre Ómega-3 e Ómega-6 pode fazer a diferença entre uma pele forte, flexível e saudável… ou uma pele irritada, sensível e propensa à inflamação.

No seu estado natural, o cavalo passa horas a pastar erva fresca, uma excelente fonte de Ómega-3. No entanto, muitos cavalos estabulados recebem dietas à base de rações, cereais e óleos vegetais ricos em Ómega-6, como os de milho ou girassol. Quando esta proporção permanece desequilibrada durante longos períodos, podem ser afetados vários processos relacionados com a saúde da pele, o sistema imunitário e o bem-estar geral.

Na suplementação da alimentação, uma das fontes mais conhecidas de Ómega-3 é o óleo de linhaça, rico em ácido alfa-linolénico (ALA). Embora possa contribuir para o aporte destes nutrientes, o organismo do cavalo tem de transformar o ALA em EPA e DHA para aproveitar plenamente muitos dos seus benefícios, e este processo tem uma eficiência limitada.

Por esse motivo, o óleo de peixe destaca-se como uma fonte particularmente interessante de Ómega-3. Fornece diretamente EPA (ácido eicosapentaenoico) e DHA (ácido docosa-hexaenoico), formas biologicamente mais ativas e melhor aproveitadas pelo organismo. Além disso, a sua elevada biodisponibilidade permite que sejam incorporados de forma mais eficaz nas membranas celulares, onde participam na regulação da resposta inflamatória e contribuem para a manutenção de uma pele saudável e funcional.

O interessante é que este desequilíbrio geralmente não se nota de um dia para o outro. É algo silencioso, que se acumula. Por isso, ajustar a alimentação e recuperar esse equilíbrio natural pode fazer uma grande diferença na saúde geral do cavalo.

4. Vitaminas essenciais para os cavalos

As vitaminas são como pequenos “trabalhadores invisíveis” do organismo: não se veem, não fazem barulho, mas sem elas nada funciona. E, na pele do cavalo, o seu papel é enorme.

  • Vitamina A: ajuda as células da pele a amadurecerem corretamente. Quando existe deficiência, a pele torna-se mais espessa, áspera e descamativa. Os cavalos sem acesso a pasto fresco, rico em betacaroteno, tendem a apresentar níveis mais baixos, e a pele pode refletir essa carência.
  • Vitamina D3: é conhecida pelo seu papel no metabolismo do cálcio e do fósforo, mas também participa no bom funcionamento do sistema imunitário e na regulação da renovação celular. Na pele, contribui para manter uma resposta equilibrada e uma barreira cutânea funcional.
  • Vitamina E e Selénio são a “equipa de limpeza” celular. Ajudam a neutralizar os danos provocados pelo sol e pelo stress oxidativo. Um cavalo que trabalha muitas horas ao ar livre necessita destes antioxidantes para manter a pele saudável a partir do interior.
  • Complexo B (incluindo a biotina): embora seja frequentemente associado apenas aos cascos, também é importante para que a pele metabolize corretamente as gorduras. Curiosamente, um cavalo saudável produz grande parte do complexo B através das suas bactérias intestinais. Por isso, quando a pele apresenta alterações, muitas vezes o intestino também merece atenção.
  • Vitamina B2 (riboflavina): participa no metabolismo energético celular. Na pele, ajuda a garantir que as células dispõem da energia necessária para se renovarem e manterem a sua função normal.
  • Vitamina B3 (niacina): contribui para o metabolismo das gorduras, proteínas e hidratos de carbono. Também está relacionada com a manutenção da integridade da pele e de uma barreira cutânea saudável.
  • Vitamina B5 (ácido pantoténico): participa na síntese da coenzima A, essencial para o metabolismo dos lípidos. Isto torna-a uma vitamina interessante para a manutenção da pele, uma vez que os lípidos são uma parte essencial da barreira cutânea.

5. Zinco e Cobre: os grandes esquecidos

É surpreendente a quantidade de problemas de pele que melhoram quando estes dois minerais voltam a estar equilibrados.

  • Zinco: é um verdadeiro protagonista da saúde cutânea. Ajuda a pele a reparar-se e a renovar-se. Quando existe deficiência, podem surgir crostas que não cicatrizam, descamação e maior facilidade para que fungos e bactérias provoquem problemas, incluindo a conhecida febre da lama.
  • Cobre: se um cavalo escuro começa a “descolorir” nas pontas do pelo, adquirindo uma tonalidade avermelhada ou amarelada, isso pode ser um sinal de deficiência. O cobre é importante para a produção de melanina e para a manutenção de um colagénio forte.

6. A forragem: o cosmético natural dos cavalos

Para uma pele saudável, não há nada mais básico (nem mais eficaz) do que uma boa forragem. Um cavalo necessita de entre 1,5% e 2% do seu peso corporal em fibra por dia.

Mastigar durante horas mantém o estômago estável e, sobretudo, alimenta a microbiota do intestino grosso. Essa microbiota produz ácidos gordos e vitaminas que ajudam a fortalecer a pele a partir do interior. Uma boa forragem deve ser sempre a base da alimentação, uma vez que os suplementos não devem substituir uma dieta equilibrada.

7. Hidratação: a elasticidade nasce da água

Podes fornecer os melhores óleos do mundo, mas se o cavalo não beber o suficiente, a sua pele torna-se frágil. A pele hidratada é flexível; a pele desidratada racha e facilita a entrada de alergénios.

8. Conselhos práticos para o dia a dia

Para aplicar todo este conhecimento científico na tua cavalariça, segue esta lista de controlo:

  1. Analisa a forragem: deve ser a base de tudo. Se o feno for pobre, compensa com um equilibrador de vitaminas e minerais.
  2. Adiciona Ómega-3: os óleos de peixe fornecem EPA e DHA, dois Ómega-3 altamente biodisponíveis que ajudam a manter uma pele saudável e uma resposta inflamatória equilibrada.
  3. Cuidado com o açúcar: o excesso de cereais e açúcares simples pode favorecer a inflamação. Menos amido costuma traduzir-se numa pele mais tranquila.
  4. Atenção à muda: no outono e na primavera, as necessidades de zinco e aminoácidos aumentam. Um reforço preventivo pode evitar problemas maiores.

Conclusão

A pele do cavalo é um diário da sua alimentação. A verdadeira resistência, a cor vibrante e a capacidade de recuperação das feridas nascem de um sistema digestivo equilibrado e de uma alimentação que respeite a sua fisiologia.

Uma alimentação consciente é, sem dúvida, a melhor medicina dermatológica que podes oferecer ao teu cavalo.

Se te interessa ajudar a melhorar o estado da pele do teu cavalo, conhece APTIMA® Estiderm 

A alimentação na saúde dermatológica dos cavalos

Qualquer pessoa que passe tempo nas cavalariças sabe que não há melhor indicador do estado de um cavalo do que o seu aspeto exterior. Muitas vezes dizemos que “o cavalo brilha” quando está no seu melhor, mas esse brilho não acontece por acaso nem é apenas resultado de uma boa escovagem.
A pele do cavalo é o maior órgão do seu corpo e, longe de ser apenas um revestimento, funciona como um sistema dinâmico que reage a cada nutriente, a cada processo digestivo e a cada desequilíbrio interno.
Nos últimos anos, a ciência veterinária confirmou aquilo que os antigos mestres já suspeitavam: a saúde dermatológica está estreitamente relacionada com o estado digestivo e nutricional do cavalo. Se queres perceber por que razão o teu cavalo tem a pele seca, tem dificuldade em mudar o pelo ou parece atrair todas as dermatites do prado, o primeiro passo é olhar para o que está no seu comedouro.

1. O metabolismo cutâneo dos cavalos

A pele não é estática: é um órgão em constante renovação. Um cavalo produz células cutâneas, pelo e sebo 24 horas por dia. Para que este “exército” de células se mantenha saudável, o organismo precisa de um fornecimento contínuo de matérias-primas.
Uma pele saudável não é apenas uma questão estética; é a primeira linha de defesa imunológica contra agentes patogénicos, fungos e parasitas. Quando a nutrição falha, a barreira cutânea enfraquece e o cavalo fica mais exposto.

2. Proteínas e aminoácidos na alimentação dos cavalos

Por vezes, preocupamo-nos demasiado com suplementos para dar brilho ao pelo dos cavalos e esquecemo-nos da base: a proteína. O pelo e a camada externa da pele são constituídos por queratina, uma proteína muito resistente. Sem os aminoácidos adequados, o organismo não consegue produzir tecidos de qualidade.

  • L-Cisteína: é um aminoácido sulfurado presente na queratina. Graças às suas ligações de enxofre, contribui para a estrutura e resistência do pelo, ajudando a manter uma pelagem forte e menos sujeita à quebra.
  • Metionina: além de fazer parte das proteínas, atua como precursora da cisteína no organismo. Um aporte adequado favorece a formação normal de queratina e contribui para a manutenção da qualidade da pele e do pelo.
  • Lisina: é um dos aminoácidos essenciais mais importantes para a síntese proteica. Quando a alimentação é deficiente em lisina, o organismo pode ter limitada a sua capacidade de produzir novas proteínas, necessárias à renovação e reparação dos tecidos cutâneos.
  • Treonina: participa na formação de proteínas estruturais e contribui para a manutenção da integridade da pele. Além disso, está envolvida em processos relacionados com a regeneração e o bom estado dos tecidos.

3. O poder das gorduras: Ómega-3 versus inflamação

A nutrição moderna mudou completamente a forma como entendemos o bem-estar do cavalo. Durante anos, todas as gorduras foram colocadas no mesmo saco, mas hoje sabemos que não funcionam da mesma forma nem têm o mesmo impacto no organismo. No caso dos cavalos, o equilíbrio entre Ómega-3 e Ómega-6 pode fazer a diferença entre uma pele forte, flexível e saudável… ou uma pele irritada, sensível e propensa à inflamação.

No seu estado natural, o cavalo passa horas a pastar erva fresca, uma excelente fonte de Ómega-3. No entanto, muitos cavalos estabulados recebem dietas à base de rações, cereais e óleos vegetais ricos em Ómega-6, como os de milho ou girassol. Quando esta proporção permanece desequilibrada durante longos períodos, podem ser afetados vários processos relacionados com a saúde da pele, o sistema imunitário e o bem-estar geral.

Na suplementação da alimentação, uma das fontes mais conhecidas de Ómega-3 é o óleo de linhaça, rico em ácido alfa-linolénico (ALA). Embora possa contribuir para o aporte destes nutrientes, o organismo do cavalo tem de transformar o ALA em EPA e DHA para aproveitar plenamente muitos dos seus benefícios, e este processo tem uma eficiência limitada.

Por esse motivo, o óleo de peixe destaca-se como uma fonte particularmente interessante de Ómega-3. Fornece diretamente EPA (ácido eicosapentaenoico) e DHA (ácido docosa-hexaenoico), formas biologicamente mais ativas e melhor aproveitadas pelo organismo. Além disso, a sua elevada biodisponibilidade permite que sejam incorporados de forma mais eficaz nas membranas celulares, onde participam na regulação da resposta inflamatória e contribuem para a manutenção de uma pele saudável e funcional.

O interessante é que este desequilíbrio geralmente não se nota de um dia para o outro. É algo silencioso, que se acumula. Por isso, ajustar a alimentação e recuperar esse equilíbrio natural pode fazer uma grande diferença na saúde geral do cavalo.

4. Vitaminas essenciais para os cavalos

As vitaminas são como pequenos “trabalhadores invisíveis” do organismo: não se veem, não fazem barulho, mas sem elas nada funciona. E, na pele do cavalo, o seu papel é enorme.

  • Vitamina A: ajuda as células da pele a amadurecerem corretamente. Quando existe deficiência, a pele torna-se mais espessa, áspera e descamativa. Os cavalos sem acesso a pasto fresco, rico em betacaroteno, tendem a apresentar níveis mais baixos, e a pele pode refletir essa carência.
  • Vitamina D3: é conhecida pelo seu papel no metabolismo do cálcio e do fósforo, mas também participa no bom funcionamento do sistema imunitário e na regulação da renovação celular. Na pele, contribui para manter uma resposta equilibrada e uma barreira cutânea funcional.
  • Vitamina E e Selénio são a “equipa de limpeza” celular. Ajudam a neutralizar os danos provocados pelo sol e pelo stress oxidativo. Um cavalo que trabalha muitas horas ao ar livre necessita destes antioxidantes para manter a pele saudável a partir do interior.
  • Complexo B (incluindo a biotina): embora seja frequentemente associado apenas aos cascos, também é importante para que a pele metabolize corretamente as gorduras. Curiosamente, um cavalo saudável produz grande parte do complexo B através das suas bactérias intestinais. Por isso, quando a pele apresenta alterações, muitas vezes o intestino também merece atenção.
  • Vitamina B2 (riboflavina): participa no metabolismo energético celular. Na pele, ajuda a garantir que as células dispõem da energia necessária para se renovarem e manterem a sua função normal.
  • Vitamina B3 (niacina): contribui para o metabolismo das gorduras, proteínas e hidratos de carbono. Também está relacionada com a manutenção da integridade da pele e de uma barreira cutânea saudável.
  • Vitamina B5 (ácido pantoténico): participa na síntese da coenzima A, essencial para o metabolismo dos lípidos. Isto torna-a uma vitamina interessante para a manutenção da pele, uma vez que os lípidos são uma parte essencial da barreira cutânea.

5. Zinco e Cobre: os grandes esquecidos

É surpreendente a quantidade de problemas de pele que melhoram quando estes dois minerais voltam a estar equilibrados.

  • Zinco: é um verdadeiro protagonista da saúde cutânea. Ajuda a pele a reparar-se e a renovar-se. Quando existe deficiência, podem surgir crostas que não cicatrizam, descamação e maior facilidade para que fungos e bactérias provoquem problemas, incluindo a conhecida febre da lama.
  • Cobre: se um cavalo escuro começa a “descolorir” nas pontas do pelo, adquirindo uma tonalidade avermelhada ou amarelada, isso pode ser um sinal de deficiência. O cobre é importante para a produção de melanina e para a manutenção de um colagénio forte.

6. A forragem: o cosmético natural dos cavalos

Para uma pele saudável, não há nada mais básico (nem mais eficaz) do que uma boa forragem. Um cavalo necessita de entre 1,5% e 2% do seu peso corporal em fibra por dia.

Mastigar durante horas mantém o estômago estável e, sobretudo, alimenta a microbiota do intestino grosso. Essa microbiota produz ácidos gordos e vitaminas que ajudam a fortalecer a pele a partir do interior. Uma boa forragem deve ser sempre a base da alimentação, uma vez que os suplementos não devem substituir uma dieta equilibrada.

7. Hidratação: a elasticidade nasce da água

Podes fornecer os melhores óleos do mundo, mas se o cavalo não beber o suficiente, a sua pele torna-se frágil. A pele hidratada é flexível; a pele desidratada racha e facilita a entrada de alergénios.

8. Conselhos práticos para o dia a dia

Para aplicar todo este conhecimento científico na tua cavalariça, segue esta lista de controlo:

  1. Analisa a forragem: deve ser a base de tudo. Se o feno for pobre, compensa com um equilibrador de vitaminas e minerais.
  2. Adiciona Ómega-3: os óleos de peixe fornecem EPA e DHA, dois Ómega-3 altamente biodisponíveis que ajudam a manter uma pele saudável e uma resposta inflamatória equilibrada.
  3. Cuidado com o açúcar: o excesso de cereais e açúcares simples pode favorecer a inflamação. Menos amido costuma traduzir-se numa pele mais tranquila.
  4. Atenção à muda: no outono e na primavera, as necessidades de zinco e aminoácidos aumentam. Um reforço preventivo pode evitar problemas maiores.

Conclusão

A pele do cavalo é um diário da sua alimentação. A verdadeira resistência, a cor vibrante e a capacidade de recuperação das feridas nascem de um sistema digestivo equilibrado e de uma alimentação que respeite a sua fisiologia.

Uma alimentação consciente é, sem dúvida, a melhor medicina dermatológica que podes oferecer ao teu cavalo.

Se te interessa ajudar a melhorar o estado da pele do teu cavalo, conhece APTIMA® Estiderm